Em branco

Todo verão os parques e as pontes de Paris são tomados por um mar de toalhas de piquenique. Versão coletiva dessa prática, Le Dîner en Blanc (Jantar em Branco) é tradição na capital francesa há mais de duas décadas, chegando a reunir 8 mil pessoas. A cada ano o encontro rola em um espaço público diferente, divulgado no boca a boca e na internet. A ideia conquistou outras cidades do mundo - Nova York fez sua primeira edição em 25 de agosto do ano passado.





Made in Gloss

Quem dera ser um peixe...

Os proprietários desse inovador empreendimento afirmam e os criadores apostam: satisfação garantida. Dá até vontade de sair por aí cantando Fagner. Pois pela bagatela (NOT) de US$140, você pode.

Made in The Conran Shop

O que é que você faz com aquele resto de xarope depois que a tosse passou? Segundo uma pesquisa realizada pelas Faculdades Oswaldo Cruz, 75% das pessoas em São Paulo descartam medicamentos no lixo comum e outros 6% jogam os remédios vencidos na pia ou no vaso sanitário, por simples desconhecimento sobre os riscos dessa atitude. Na rede de esgoto, resíduos químicos de difícil decomposição podem contaminar o solo e a água, afetando diversos ecossistemas, aumentando a resistência de bactérias e alterando o sistema reprodutivo dos anfíbios e peixes. Mesmo com o tratamento da água, componentes de hormônios, antibióticos, anestésicos e anti-inflamatórios podem retornar às nossas casas, representando sérios danos à saúde. O Brasil não possui regulamentação sobre o destino correto dos remédios descartados pela população. Aterros sanitários ou a incineração aparecem como as soluções mais apropriadas. Por causa disso, iniciativas públicas e privadas tem oferecido alternativas para a coleta desse material. Seguem alguns locais onde você pode "ajudar não atrapalhando":

SUL

Droga Raia
Panvel
Drogaria dos supermercados Pão de Açúcar
Drogaria dos Supermercados Extra


SUDESTE

UBS (Unidades Básicas de Saúde) - apenas em São Paulo
Droga Raia
Drogaria dos supermercados Pão de Açúcar
Drogaria dos Supermercados Extra


CENTRO-OESTE

Drogaria São Bento
Drogaria dos supermercados Pão de Açúcar
Drogaria dos Supermercados Extra



MOD

Juliana Carvalho, Isabella Marques e Priscila Bodin apresentam a MOD, a primeira revista brasileira de moda desenvolvida especialmente para Ipad. O aplicativo estará disponível para download na App Store a partir de 17 de novembro. MOD terá números semanais, a cargo da editora-chefe Silvana Holzmeister (ex- L’Officiel e Vogue) e professora de styling no curso de graduação em Moda da FAAP.


MOD se posiciona como uma revista inovadora, prática e dinâmica, que pretende atender às necessidades da mulher contemporânea nas áreas de moda e beleza. O projeto gráfico, com design moderno e de fácil navegação, é da agência alemã Powerflasher. A empresa, especializada na criação de aplicativos mobile para empresas, criou aplicações para Universal Movies, Rolex e Mercedes-Benz. 

Tem colaboradores em São Paulo, Rio de Janeiro, Nova York, Paris e Londres, o que garante conteúdo exclusivo e atualizado. A revista tem treze seções sobre moda e beleza. As páginas trazem tendências, entrevistas em vídeo, áudio e textos interativos, passo a passo de maquiagem (com antes e depois), além de editoriais de moda (todos em vídeo) com links diretos para comprar os modelos apresentados. O conteúdo inclui ainda dicas de lugares para se divertir em várias cidades do mundo.






Made in Lala Rudge e Maria Rudge

Podre, mas limpinha

Sabe aquela camisetinha que você mais ama? Aquela que você já usou tantas vezes que agora fica com aquele inexplicável cecezinho que sempre aparece apenas dez minutos depois de você saiu de casa (apesar de você ter rezado para não acontecer isso dessa vez, ter tomado banho e passado desodorante três vezes)? 
Você olha para ela e fala: nossa, mas ela continua tão bonitinha... Será que chegou o fim?


Não, pessoal! É só cortar a manga! :D 

Aí vira uma blusinha sem alça super do verão... e cheirosa!






Made in Amanda Jorgensen

Sem mais.

Leroy Jenkins

Original de fábrica

De passagem por Cracóvia, foi impossível não visitar a antiga fábrica de Oskar Schindler, que funcionou na cidade durante a Segunda Guerra Mundial. Como muitos de vocês já devem ter visto em "A Lista de Schindler", o empresário alemão e membro do partido nazista, salvou mais de 1100 judeus da morte ao empregá-los em sua fábrica e protegê-los dos maus tratos externos. Hoje no endereço funciona um museu de acervo riquíssimo que conta a história da ocupação alemã em Cracóvia e todas as suas consequências para a população local. É impressionante a quantidade de objetos da época, que ajudam o visitam a entender a forma gradativa como tudo aconteceu pelas ruas da cidade. Fiquei bastante emocionada ao entrar no escritório de Oskar Schindler e dar de cara com sua mesa e uma instalação em homenagem aos trabalhadores de sua fábrica. Para quem passar por Cracóvia, vale a visita. 


Made in Petiscos

Queridinho da América

Uma coisa que eu tenho pavor é quando minha boca descasca por causa do frio ou excesso de sol. O batom fica péssima, quando passo o gloss, fica soltando aquela pelinha...péssimo.

O meu queridinho do momento é o LipBalm da Bobbi Brown. É maravilhoooso, além de ter SPF 15, hidrata que é uma beleza!


Quem estiver com viagem marcada, DEVE anotar no caderninho. Vale muito a pena!!! (aproveita e me traz um...rs)

Made in Bem Chic

Pra rir alto

SWU: deveria se chamar WTF?!


No ano passado, comprei ingresso para o SWU e, dias antes do evento, precisei vender por conta de um outro compromisso. Lembro que assisti toda a transmissão pela televisão, debaixo do meu edredom e achei incrível e fiquei triste por não estar lá.

Então, esse ano conseguimos e fomos. Minhas expectativas eram altas, visto o tamanho do eventos e a qualidade das atrações musicais (na minha opinião, não tão boas quanto as de 2010, mas ainda assim, valiam a pena).

Logo na entrada, uma verdadeira várzea. Um segurança não permitiu que um cara entrasse com desodorante, confiscou o mesmo e, aí... USOU o desodorante alheio. Na revista, um serviço mal feito. Se eu estivesse com bebidas, acessórios cortantes, drogas, ou qualquer coisa que poderia ser nociva, entrava. A pessoa contratada para revistar esqueceu de fazer isso.

Começaram os shows, digo, o show de horror. O som estava péssimo, a ponto de conseguirmos conversar em tom normal, estando próximos ao palco.

Os vendedores de cerveja - que vestiam uma camiseta OFICIAL do evento e do patrocinador, onde constava o valor R$7,00 da bebida - diziam não ter troco e negavam qualquer desconto. Para se ter ideia, um vendedor me cobrou R$8,00 pela cerveja e eu disse "na sua camiseta está dizendo que custa R$7,00" e ouvi dele "então não vai levar, eu tô dizendo que é R$8,00". Retruquei dizendo que ele estava me roubando "vou pegar essa merda e você me arruma um troco" e ouvi dele: OUSE PEGAR E NÃO PAGAR PRA VOCÊ NÃO VER SE NÃO TE METO UMA PORRADA NA CARA. Não ousei, diferente dele, eu uso meus dentes e não quero passar o resto da vida vendendo cerveja. 

E então, um arrastão. Mais caótico que os da 25 de Março - com a diferença que PAGAMOS CARO para estar ali dentro. Roubavam 5 pessoas por minuto, todos desesperados atrás de SEUS PERTENCES , tudo jogado no chão. Claro que não me contive e fui falar com um segurança, que disse "tô sabendo, estamos de olho"... De olho nos moleques fumando maconha, aí sim tomava tapa na cabeça. Mas roubar, podia. O meu namorado foi um dos roubados. Levaram celular e carteira. A carteira foi encontrada na muvuca, sem o dinheiro, claro. 

Banheiro químico, melhor não comentar. Tinha homem usando o de mulher, e daí em diante...

Lixo por todas as partes. Não nas lixeiras, espalhados no chão. Porque não havia cesto de lixo. As pessoas sentavam e precisavam abrir espaço entre os copos, bitucas e restos de comida no chão. Um SWU da vida tinha obrigação de disponibilizar latas de lixo, já prontas para a reciclagem, não acham? 


O evento se chama SWU (Começa Com Você), enche a boca para falar de Sustentabilidade e o que a gente viu foi uma pouca vergonha. Um local onde se paga R$300,00 para entrar, R$50,00 para estacionar o carro na lama, R$5,00 por uma garrafa de 300ml de água e R$7,00 por uma cerveja, definitivamente, só leva Sustentabilidade só no nome. 

E aí os caras instalam um restaurante vegetariano e eu me pergunto: o que o vegetarianismos tem a ver com Sustentabilidade?

Enfim, valeu a pena por estar com pessoas divertidas e bem acompanhada. Mas quando lembro de 2010, vendo a transmissão pela TV, debaixo do meu edredom... me arrependo de não ter feito o mesmo.

Essa merda de EVENTO não mereceu tantos espectadores, não mereceu cobertura de mídia e as pessoas da organização (e eu torço para que algum desses esteja lendo isso) deveriam sair de cara coberta, porque foi VERGONHOSO.

O SWU deveria começar com vocês, organizadores, patrocinadores e entidades. Preservem mais suas marcas e suas verdades...




Made in Mais Together